terça-feira, 1 de março de 2011

ESPECIAL DIA 08 DE MARÇO: DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Editorial de página:
Ser Mulher
A mulher hoje é uma incógnita. E, se saiu de casa para encarar a vida dos negócios. Muitas não apenas por que tem uma profissão e assim se viram capacitadas a exercer seu aprendizado. Mas por que o homem moderno mal criado pelas “mães”, querem que as suas mulheres sejam mulheres em casa, na cama e  ainda tragam dinheiro da rua para ajudar nas contas da casa. Assim sobra mais tempo e dinheiro para eles, beberem/farrearem e serem mais livres. A mulher de hoje, muitas da nova geração nem querem mas casar, pelo fato que a escravatura já passou.. E a mesma cláusula escrita ao vento: sobre a libertinagem sexual, aquelas mulheres menos favorecidas financeiramente se prostituem por roupas, alimento e até mesmo com sorte teto para morar. Isso se chama corrupção de poder financeiro, muitas realmente precisam, mas outras fazem de sacanagem, por que a corrupção já chegou até mesmo nas boas famílias. Difícil educar mulheres para terem caráter de dizer “NÃO”. Mais fácil é entregar-se a vida fácil e ainda por cima com a benção do pai e da dita “mãe”, abandonadas ao destino e sem a proteção das casas que nasceram. E o futuro das filhas e muitas vezes dos filhos destas "mulheres"? Algumas passaram tanto trabalho e desgraça, que não querem essa vida pra suas filhas, já outras fizeram tanto dinheiro com o corpo que acham que isso é ser MULHER, as burras são as que se preservam e ainda se casam e pior ainda trabalham lado a lado com os maridos. Ai mundo moderno, se não fossem os homens de mente doente, homens cachorros ( velho ditado: cachorros comedores de ovelha só matando), o mundo seria diferente. Mulheres mas, e na hora de ser mãe? Na hora de educar, os filhos? Que hoje são educados como antigamente as princesas, meninos homens são artigo de luxo, qualquer dia vai ter homem vendendo a virgindade do pênis na INTERNET . Por que homem de verdade é artigo de luxo, isso graças a educação de muitas mães, que não tiveram filhas prostituem os filhos. A mulher moderna é uma incógnita: se rica vai pagar caro por um exemplar masculino tipicamente HOMEM. Mas também não vem com garantia de virgindade e de fidelidade. Já as menos favorecidas vão se amasiar com os  coronéis (modo de falar de quem tem $$ e poder). O pior lamento de MULHERES, que criam filhos homossexuais ( não os homossexuais nascidos com esta opção própria naturalmente de seua escências alma), e prostitutas, serão as mães: as culpadas, mas de onde vem essa culpa? Do pai, vizinho amigo da família em fim bixo homem: beberão, doente; pedófilo que abusa da criança e não naquele momento nem está nem ai, e a culpa recaí novamente na mulher sempre. Agora se o filho é doutor a honra é paterna,materna jamais se imagina que só se mães tem suas graças para tal feito? século 21, para quem? Para o calendário de uma nova era Cristã, onde Cristo perdoou Maria Madalena, mas esqueceu de falar que no futuro haveriam Madalenas, que jamais se arrependeriam de propagar a maldade, a culpa é da serpente do paraíso então! Não minha gente, se mães não pensassem tanto em butox, silicone e plásticas, e tudo para aparentar de melhor consumo material,  do que há na casa da vizinha ao lado, talvez se contentariam em criar seus filhos e dar uma educação sem traumas, as quais os fariam melhores indivíduos no futuro. Então hoje , dia 01 de março: antecipo meus parabéns, não a qualquer mulher, mas as MULHERES DE VERDADE, que assim como eu recusam o jogo sujo do poder, mulheres que padecem no paraíso das mulheres incógnitas: que usam de safadezas e não padecem em nada e sim se extrapolam manchando o nome de muitas e muitas outras mulheres, nem toda mulher pensa igual a outra, apesar de ter o mesmo desenho anatômico.
Beijos e Bom Março, mês do início de tudo! Até mesmo de mudanças, para melhorar a humanidade que está um tanto podre e o dever de educar e bem, quem coloca filho no mundo consciêntimente é o bem maior, a herança da vida!
Clara Schestatsky 
Editorial Page:
Womanhood
The woman is now uncertain. And if he left home to face a life of business. Many not only because it has a profession and thus found themselves empowered to exercise their learning. But why modern man evil created by the "mothers" want their women to be women at home in bed and still bring in money to help street in household bills. So there's more time and money for them, drinking / partying and be freer. The woman of today, many of the new generation do not even want to marry but, by the fact that slavery is gone .. And the same clause written in the wind: on sexual debauchery, those financially disadvantaged women in prostitution for clothes, food and even ceiling lucky to live. That's called corruption of financial power, many really need, but others are shady, why corruption has even in good families. Difficult to educate women to have a character say "NO". The easier it is to indulge in life easy and to top it with the blessing of the father and said "mother, abandoned by fate and without the protection of the houses they were born. And the future of their daughters and often the children of these "women"? Some went to such trouble and disgrace, who do not want this life for their daughters, while others made so much money on the body think it is a woman, the stupid are those that are preserved and still marry and worse still work side by side with their husbands. Ai modern world, if not for the ill-minded men, male dogs (old saying: Dogs eating only killing sheep), the world would be different. But women, and in time to be a mother? Time to educate the children? That are now educated as before the princesses, boys are men luxury item, any day you'll man selling virginity penis on the INTERNET. Why real man is a luxury item, so thanks to the education of many mothers, daughters who have not had prostituted children. The modern woman is a mystery: if rich will pay dearly for a copy typically masculine MAN. But it also comes with no guarantee of virginity and fidelity. As for the disadvantaged will be cohabitating with the Colonels (so to speak who has $ $ and power). The worst WOMEN lament that create gay children (not homosexuals born with this option of course of your own soul escence), and prostitutes are mothers: the culprit, but where does this guilt? Father's neighbor friend of the family in order bixo man: drink, sick, pedophile who abuses the child and not now nor is it even there, and the blame falls again on the woman forever. Now if the son is Dr. honor is father, mother never imagined that only thanks to their mothers have done this? Century 21, for whom? For a schedule of a new Christian era, where Christ forgave Mary Magdalene, but forgot to mention that in the future would Magdalena, who never repent of spreading evil, guilt is snake heaven then! Not my people, if mothers did not think much of butoxy, silicone and plastic, and everything to look for better material consumption, than there is in the house next door, might be content to raise their children and to provide education without trauma, which individuals would do better in the future. So today, March 1: anticipate my congratulations, not any woman, but the real woman, who like me will refuse dirty game of power, women living in the paradise of women unknowns: that use of naughtiness and not suffer in nothing but go beyond it by spotting the name of many, many other women, not all women think alike, despite having the same anatomical design.
Kisses and good in March, months of the beginning of everything! Even changes to improve the human race that is somewhat rotten and duty to educate and well, who puts a conscious child in the world is the highest good, the legacy of life!


CULTURA NA VITRINNE
CRÔNICA TEXTO: 
 ANA LUÌZA P. ETCHALUS

Minha amiga Clara Schestatsky, entusiasmada com seu trabalho e preocupada em atender seus fiéis leitores, solicitou-me, insistentemente, mais uma contribuição para o Vitrinne. Desta vez, sugeriu que eu escrevesse uma crônica relacionada ao Dia Internacional da Mulher. Especial para mim, há nove anos atrás, neste dia nascia minha segunda amada filha, Silvia. Demorei um pouco para identificar como eu poderia contribuir, já que a Clara é aquele tipo de pessoa que preenche muito bem o seu espaço,  com muito talento e perseverança, representando com excelência a força feminina. E apesar da honrosa insistência, seguia eu sem ideias, quando me caiu às mãos um livro muito interessante: Minha História das Mulheres editado pela Contexto,  da historiadora francesa  Michelle Perrot.
Apesar de me considerar uma mulher que também busca garantir seu espaço – e neste caso aqui, de opinião-, sempre tive muita reserva em dedicar-me a livros que tivessem uma feição “feminista”, por assim dizer. Como não gosto de posições extremadas e, às vezes, acabo as tomando, confesso algum receio em relação a esses temas .  Para não desapontar minha animada amiga, num esforço venci a resistência e parti para a leitura. Minha Histórias de Mulheres é um relato histórico, uma espécie de pesquisa, muito bem escrito e sofisticado sobre a trajetória das mulheres historicamente, desde os primeiros tempos até os dias de hoje. Este livro reflete mais de trinta anos de buscas e construções acadêmicas da autora sobre as mulheres.  Menciona a trajetória da mulher desde a sua imagem física como: o cabelo, o corpo, o sexo até a sua relação com a maternidade, a religiosidade, o aborto,  o processo criativo, o trabalho doméstico e as diversas profissões. Ao final, encaminha o leitor para suas próprias conclusões, sem deixar de posicionar-se quanto às suas ideias.  Fui tomada de surpresa, por exemplo, ao saber através da leitura, que para Aristóteles a mulher seria um ser incompleto, um homem mal-acabado. E que, para Freud, na “inveja do pênis” residiria toda a sexualidade feminina.
Mas Minha História das Mulheres menciona ainda, dentro de sua interessante sequência de dados, o caso de mulheres que tentavam expressar sua inquietação religiosa ao final da Idade Média, a partir do século  XII, através de várias seitas , uma delas conhecida como as beguinas. As beguinas formaram comunidades de mulheres que viviam juntas de maneira independente, numa espécie de abrigo. Sobreviviam de esmolas, de recursos obtidos com cuidados prestados aos doentes e, principalmente, do resultado do ofício como tecelãs. Pregavam o livre pensar e eram desvinculadas das ordens religiosas, por isso eram consideradas perigosas. Ao tempo da Inquisição, naturalmente, foram perseguidas por seu vanguardismo incompreendido.
Esta parte da leitura me chamou especial atenção. Recentemente,  tive a oportunidade de conhecer onde as beguinas viveram. Local ainda preservado - hoje pertencente a uma ordem religiosa-, na cidade de Bruges, na Bélgica. Movida com minha filha mais velha, Laura, para conhecer as belezas da chamada “Veneza do Norte”, foi justamente a Beguinale, casa das beguinas, que maior efeito me causou.
 A mesma satisfação que tive em Bruges,  pude experimentar ao rever o contexto das beguinas no livro comentado. Uma satisfação ao descobrir que lá residiam mulheres que expressavam livremente as suas inquietações e lutavam para garantir sua liberdade. Fica o meu registro pessoal e, como dica de leitura,  o trabalho de Michelle Perrot em Minha História de Mulheres.

Mi amiga Clara entusiastas sobre su trabajo y deseosos de servir a sus fieles lectores Schestatsky me preguntó, repetidamente, en una contribución a la Vitrinne. Esta vez, me sugirió escribir una crónica relacionada con el Día Internacional de la Mujer. Especialmente para mí, hace nueve años, el día que nació mi segunda hija querida, Silvia. Me tomó un tiempo para identificar la forma en que podrían contribuir, ya que Clara es el tipo de persona que llena su espacio muy bien, con gran talento y la perseverancia, la excelencia en la representación de la fuerza femenina. Y a pesar de la insistencia de honor, salí de ideas, cuando cayó en las manos un libro muy interesante: Mi Historia de las Mujeres publicado por el contexto, el historiador francés Michelle Perrot. Aunque considero una mujer que también tiene por objeto garantizar su espacio - y en este caso que nos ocupa, la opinión-Siempre he tenido una gran cantidad de reservas para dedicarme a los libros que cuentan con una "feminista", por así decirlo. ¿Cómo no les gusta posiciones extremas y, a veces simplemente tomar, debo confesar algunos temores en relación con estas cuestiones. No decepcionar a mi amigo animado, en un esfuerzo por superar la resistencia y siguió leyendo. Mis historias de la Mujer es un relato histórico, un tipo de investigación, bien escrito y muy sofisticado de la historia de las mujeres, históricamente, desde los primeros tiempos hasta la actualidad. Este libro refleja más de treinta años de actividades académicas y construcciones del autor sobre la mujer. Cita la historia de las mujeres desde su imagen física, como el pelo, el cuerpo, el sexo a su relación con la maternidad, la religión, el aborto, el proceso creativo, el trabajo doméstico y de las distintas profesiones. Al final, lleva al lector a sus propias conclusiones, mientras que posicionarse sobre sus ideas. Me sorprendió, por ejemplo, el aprendizaje mediante la lectura, que para las mujeres de Aristóteles sería incompleto, un hombre mal acabado. Y que, para Freud, la "envidia del pene" se encuentran todas la sexualidad femenina. Pero mi historia de las mujeres menciona, en su interesante serie de datos, el caso de las mujeres que tratan de expresar su inquietud religiosa al final de la Edad Media, del siglo XII, a través de diversas sectas, uno conocido como las beguinas. Las beguinas formaron comunidades de mujeres que convivían de forma independiente, una especie de refugio. Sobrevivieron las limosnas de los recursos obtenidos de la atención al paciente, y sobre todo el resultado de la operación que los tejedores. Ellos predicaban la libertad de pensamiento y no vinculados a órdenes religiosas, por lo que se considera peligrosa. En el momento de la Inquisición, por supuesto, fueron perseguidos por su vanguardia mal entendida. Esta parte de la lectura me llamó la atención. Recientemente tuve la oportunidad de conocer en las beguinas vivían. Locales aún se conservan -, que ahora pertenece a una orden religiosa, la ciudad de Brujas, Bélgica. Se mudó con mi hija mayor, Laura, para descubrir las bellezas de la "Venecia del Norte" fue precisamente el Beguinale, sede de la Beaterio, que me causó el mayor efecto.
 
La misma satisfacción que yo tenía en Brujas, intento de revisar el contexto de beguinas en el libro reseñado. Encantado de encontrar que las mujeres que vivían allí, libremente expresada, de sus preocupaciones y luchó por conseguir su libertad.
Es mi récord personal, y un toque de lectura de la obra de Michelle Perrot en Mi historial de la Mujer.
 

My friend Clara Schestatsky enthusiastic about their work and anxious to serve its loyal readers asked me, repeatedly, over a contribution to the Vitrinne. This time, suggested I write a chronicle related to International Women's Day. Especially for me, nine years ago, this day was born my second beloved daughter, Silvia. It took me a while to identify how I could contribute, since Clara is the kind of person who fills your space very well, with great talent and perseverance, excellence in representing the female force. And despite the honorable insistence, I went out of ideas when I fell into the hands a very interesting book: My Story of Women published by Context, the French historian Michelle Perrot. Although I consider a woman who also aims to guarantee your space - and in this case here, opinion-I always had a lot of reserves to devote myself to books that would feature a "feminist", so to speak. How dislike extreme positions and sometimes just taking them, I confess some fears in relation to these issues. Not to disappoint my lively friend, in an effort to overcome resistance and went on reading. My Stories of Women is an historical account, a kind of research, well written and very sophisticated about the history of women historically, from the earliest times until the present day. This book reflects more than thirty years of academic pursuits and constructions of the author on women. He cites the history of women since its physical image such as hair, body, sex to your relationship with motherhood, religion, abortion, the creative process, domestic work and the various professions. In the end, leads the reader to their own conclusions, while positioning themselves about their ideas. I was taken aback, for example, learning through reading, that for Aristotle women would be an incomplete, a man ill-finished. And that, for Freud, the "penis envy" would lie all the female sexuality. But My History of Women mentions, in his interesting series of data, the case of women seeking to express their religious anxiety at the end of the Middle Ages, from the twelfth century, through various sects, one known as the beguines. The beguines formed communities of women who lived together in an independent way, a kind of shelter. They survived on handouts from resources obtained from patient care, and mainly the result of the trade as weavers. They preached free thought and were not linked to religious orders, so they were considered dangerous. At the time of the Inquisition, of course, were persecuted for his vanguard misunderstood. This part of the reading caught my attention. I recently had the opportunity to know where the beguines lived. Local still preserved - which now belongs to a religious order, the city of Bruges, Belgium. Moved with my eldest daughter, Laura, to discover the beauties of the "Venice of the North" was precisely the Beguinale, home of the beguinage, which caused me the greatest effect.
 
The same satisfaction I had in Bruges, I try to review the context of beguines in the book reviewed. Delighted to find that women who lived there freely expressed their worries and fought to secure their freedom.
It is my personal record, and a hint of reading the work of Michelle Perrot in My History of Women.


 

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